
Watts pintou uma mulher de olhar triste e desanimado, sentada no alto do globo terrestre. As costas estão curvadas como se carregasse um fardo insustentável. O olhar de desespero estampa-se no seu rosto…
Numa das mãos da mulher, Watts pintou uma lira. Mas há um detalhe nesse instrumento que o pintor desejou ressaltar: todas as cordas estão quebradas menos uma. Quando alguém contempla esse quadro, logo lhe surge a pergunta: “por que Watts lhe chamou Esperança e não Desespero??”
Entretanto, logo descobrirá que a resposta está na única corda da lira que não se quebrou. AINDA HÁ UMA CORDA QUE NÃO SE QUEBROU!...
Muitas vezes nas nossas vidas todas as coisas podem parecer perdidas, mas acredito que Deus não permitirá que a última corda se rompa… Ao examinar a sua vida e achar que todas as esperanças estão falidas, quero desafiá-los a olhar para Jesus e vê-Lo como a Âncora de nossa esperança… Ele é a nossa única esperança, é a âncora da alma.
Victor Frankl, que sofreu na pele as agruras do campo de concentração, descobriu ali algo que depois se tornou muito importante no seu trabalho profissional na condição de psiquiatra: que os judeus que nutriam alguma esperança de liberdade sobreviviam. Quem não tinha esperança não aguentava o sofrimento. A constatação de Frankl só faz evidenciar a verdade de um pensamento que diz: "O homem pode viver até 40 dias sem comida, 3 dias sem água, 8 minutos sem ar, mas apenas 1 segundo sem esperança"…
Rev. Jose Kleber


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